
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Viva 27 de setembro: dia do turismólogo!

sábado, 11 de setembro de 2010
Pão de Açúcar?
Após um longo tempo sem postagem, voltamos! E muito pensei sobre o que escrever para a volta, e me veio inúmeras idéias. Mas como minha querida amiga, Nayara, me informou que eu deveria fazer algo relacionado a coisas técnicas (por ter feito o curso de guia de turismo), irei obedecer a ordem!
Então depois de alguns acontecimentos resolvi abordar como tema o Pão de Açúcar. E você se pergunta, porque o nome Pão de Açúcar? Existem inúmeras versões como resposta para esse questionamento, mas uma das mais fortes seria a semelhança do penhasco com a fôrma de barro cônica na qual os blocos de açúcar eram colocados, chamados de pão de açúcar. Segundo o historiador Vieira Fazenda, indica os portugueses como responsáveis pelo nome.
Em 1908, o engenheiro Augusto Ferreira Ramos, que participava da Exposição Nacional em comemoração ao centenário da abertura dos portos, realizada na Praia Vermelha, observando o interesse dos visitantes pelo imponente penedo chamado Pão de Açúcar, idealizou um teleférico para tornar possível a todos conhecer a deslumbrante vista que de lá poucos contavam conhecer. Se ainda hoje conhecemos pessoas que ficam com medo te entrar no bondinho, o que não aconteceria em 1908? O engenheiro foi até considerado louco por alguns.
Apelidados de bondinhos por lembrarem os bondes no formato e na cor, eram construído de madeira e possuíam capacidade para 24 pessoas, sendo suspenso por dois cabos-trilhos, foi inaugurado em 1912.
Ao chegar na segunda linha, que conecta o Morro da Urca ao Pão de Açúcar, você pode ter um panorama do Rio de Janeiro (se o dia estiver com muita neblina, essa visão será dificultada) e apreciar o entorno das belezas do Rio de Janeiro. E não perca o cineminha que conta a história do Pão de açúcar, que se encontra na primeira linha.
Para os moradores da cidade do Rio de Janeiro existe o projeto “carioquinha”, campanha válida até o dia 30 de setembro de 2010, consiste na apresentação do RG e comprovante de residência. O pagamento de R$ 22,00 acima de 12 anos; R$ 11,00 crianças de 6 a 12 anos; e grátis abaixo de 6 anos.
Marianna Pinheiro
terça-feira, 18 de maio de 2010
Próxima Parada?

Pois bem, o 5° Salão do Turismo Roteiros do Brasil acontecerá nos dias 26 a 30 de maio, no Parque Anhembi - Pavilhões Norte/Sul. Endereço: Avenida Olavo Fontoura, 1209 - Santana, São Paulo - SP – Brasil. Os horários e a planta do evento estão disponíveis no site oficial http://www.salao.turismo.gov.br/.
O evento é promovido pelo Governo Federal por meio do Ministério do Turismo, com o propósito de estimular, apresentar e vender o turismo brasileiro através de pacotes promocionais, serviços e produtos das 27 unidades da Federação. Os visitantes terão a oportunidade de conhecer artesanato, manifestações artísticas, gastronomia, agricultura, moda e os mais belos roteiros do Brasil nos estandes, palestras, apresentações de artigos científicos e projetos relacionados. O Salão está dividido módulos de atividades: Feira de Roteiros Turísticos, Área de Comercialização, Vitrine Brasil, Núcleo de Conhecimento, Rodada de Negócios, Missões Promocionais - Caravana Brasil e Missões Promocionais - Press Trip. Para o acesso gratuito no evento é necessário fazer o credenciamento prévio via site, e nos dias a entrada varia de R$5,00 a R$10,00. As informações de como chegar e as orientações gerais estão disponíveis no site. Vale ressaltar que, aos que pretendem visitar a feira, é extremamente necessário pesquisar e reservar a hospedagem e comprar o quanto antes a passagem; visto que a demanda aumenta nesta época.
A nossa presença já está confirmada! Aliás, as garotas do blog estarão em uma visita técnica em São Paulo com o 2° período e a professora de Fundamentos Teóricos do Turismo II, a fim de analisar a infra-estrutura da cidade e fazer parte do evento. E claro que iremos registrar e postar tudo!
Nayara Sereno
terça-feira, 20 de abril de 2010
Aconteceu no Rio...

quarta-feira, 14 de abril de 2010
Aconteceu na ENTBL
A abertura não podia ter sido melhor. Com todas as aversões que havia para que o evento não acontecesse, devido as catástrofes naturais, os organizadores na conferência de abertura relataram as dificuldades que acorreram e o esforço que fizeram, com direito a 1 minuto de silêncio para as vítimas da tragédia e com a renda dos mantimentos do coffe-break revestida para as famílias desabrigadas.
Os temas das palestras foram diversificados: Turistificação com base local, Rede áreas protegidas,turismo e inclusão social, O urbano e ações culturais na produção do espaço e Epistemologia e fenômeno turístico: Construçoes possíveis?.
Os trabalhos foram divididos em áreas de interesse:
Eixo 1: Epistemologia do Turismo; Eixo 2 : Turismo,Patrimônio e Identidades; Eixo3: Turismo e urbanização; Eixo4: Turismo em espaço rural; Eixo5: Turismo e meio ambiente; Eixo6: Turismo e inclusão social; Eixo7: Planejamento e gestão do turismo. A dinâmica foi as apresentações dos trabalhos nas salas,com uma debate ao final, e os painés nos corredores com seus autores.
Particularmente, os trabalhos foram de extrema importância e muito interessantes principalmente para os alunos do curso de turismo, pois além de enrriquecerem seus aprendizados e verem na prática a metodologia de trabalhos científicos, os debates esclareceram dúvidas e aguçaram o espírito crítico.
O evento foi muito bem elaborado e ocorreu na medida do possível, da melhor forma. Sem esquecer de mencionar a comissão organizadora: Prof. Dr. Aguinaldo Cesar Fratucci (UFF), Prof. Ms. Bernardo Lazary Cheibub (UFF), Profª Ms. Fábia Trentin (UFF), Prof. Dr. Gilmar Mascarenhas(UERJ), Prof. Dr. Marcello Tomé (UFF),Profª Ms. Manoela Carrillo Valduga (UFF), Prof. Ms. Rodrigo Tadini (UFF) e Profª Ms. Telma Lasmar Gonçalves (UFF); os alunos/voluntários e os funcionários envolvidos. E temos a honra de ter duas das nossas blogueiras como voluntárias, a Mariana Ribeiro e a Rebecca.
Contudo, as garotas do blog parabenizam os organizadores do XI Enconto Nacional de Turismo com Base local, com orgulho de fazer parte da Universidade Federal Fluminense.
Nayara Sereno
quarta-feira, 7 de abril de 2010
ENTBL 2010

O ENTBL é um dos principais eventos nacionais de turismo e acontece desde 1997, reunindo os principais estudiosos do assunto. É bienal e já tem sua 10ª edição, sendo a última realizada em João Pessoa – PB.
Alunos que buscam ganhar um dinheirinho a mais e fazer trocas de experiência com outras pessoas de fora, podem procurar a profª Telma Lasmar no Laboratório de Eventos, para adicionar seu nome ao banco de dados do serviço de “cama e café”, que será feito diretamente com os que oferecem o serviço e os que estão interessados, a fim de alunos da UFF oferecerem suas casas (que tenha uma cama e café da manhã) no valor fixo de R$30,00 a diária.
Até 14/02/2010
R$ 60,00
R$ 150,00
TEATRO MUNICIPAL DE NITERÓI
Rua XV de Novembro, 35 • Centro • Niterói • Rio de Janeiro
FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E TURISMO – UFF
Rua Mário Santos Braga, 30 • Campus do Valonguinho • Centro • Niterói • Rio de Janeiro
Rua Mário Santos Braga, 30, sala 714 • Campus do Valonguinho • Centro • Niterói • Rio de Janeiro
Telefone: (21) 2629.9888
Fax. (21) 2629.9888
Email: entbl@turismo.uff.br
terça-feira, 6 de abril de 2010
SOS Rio de Janeiro!

Os inúmeros deslizes de terra, desabamentos de casas, soterramento de corpos, o crescente número de óbitos, são fatores que mexem diretamente com a vida de seus moradores, assim como com os setores da economia. Até mesmo o Turismo não foge à regra...
Tomemos como ponto de partida a ineficácia dos meios de transportes, (fundamentais para o acontecimento das atividades turísticas), que se dá durante o período. Há todo instante, reportagens televisivas alertando sobre o bloqueio de trens, ônibus, barcas e principalmente, aviões. Inúmeros voos cancelados... Situação aparentemente normal em tal estado, se não fosse por outro motivo envolvido, de relevante importância para o turismo, mas que aqui encontra-se deficiente: a gestão de pessoas. Nos aeroportos, por exemplo, nenhuma informação é dada aos passageiros, e quando o é, manifesta-se por meio de ameaças por parte dos funcionários para quem as necessita: "não possuímos esta informação no momento, em caso do(a) senhor(a) insistir, chamaremos a polícia". Foi o que registrou uma passageira: "nos sentimos ofendidos diante do ocorrido". Como os turistas interpretariam tal fato, mediante a propagação da imagem de serviços turísticos do Rio de Janeiro?
Outro ponto que merece destaque aqui, é a questão da infra-estrutura da cidade. Estaria o Rio de Janeiro preparado a ponto de sediar eventos importantíssimos como a Copa do Mundo e as Olimpíadas? Em caso de resposta negativa, o que deveria ser feito? Fixar toda atenção somente à zona sul, ou também investir recursos em áreas de vital importância para os cidadãos, como o centro da cidade por exemplo? O que falar do déficit dos sistemas de drenagem (problema existente há tempos), a falta de estrutura das rodovias, a superlotação das principais vias de acesso da cidade, a degradação da mesma por meio de acúmulo de lixo (neste caso, é importante destacar que a culpa não é somente das autoridades, e conta também com parte da população que não exerce devidamente o seu papel de cidadã , ou seja, protetora da cidade. Um papelzinho aqui, outro papelzinho ali, não fazem muita diferença... A não ser em caso de chuvas fortes como essa, não é mesmo?), e os mais variados etc?
A questão da infra-estrutura é algo essencial para o bom desenvolvimento (até mesmo da atividade turística) do lugar; e no caso do Rio, por ainda apresentar uma grande problemática referente a tal, apresenta também inúmeras consequências (negativas), de altíssimos custos, como foi o caso do alagamento do Museu Casa do Pontal, de arte popular do Brasil, que fica no Recreio, Zona Oeste do Rio. O museu que contém 8 mil obras em seu acervo, foi tomado completamente pela forte enxurrada, e a administração ainda não consegue avaliar os danos. Perda irreparável, tanto para a cidade, quanto para o Turismo! (fonte: portal globo de informações).
Por fim, só nos resta uma pergunta: qual será o próximo passo para oferecer boas condições à nossa cidade, aos turistas que dela gostam, e principalmente aos moradores? Já que sem boas condições para a população local, não há boas condições para os turistas, e sem o aval da primeira, nenhuma atividade turística consegue ir em frente...
Rebecca P. Freitas
